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	<title>Olhe em volta, dê uma volta</title>
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		<title>Olhe em volta, dê uma volta</title>
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		<title>II. Brumas</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Oct 2009 22:30:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>yurib</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Maurício queria perdoar, mas seus pensamentos na opinião de seus amigos o bloqueavam totalmente; tão forte o bloqueio era que ele nem mesmo cogitava perdoar. Chegava a transpor a opinião deles à sua. Uma transferência honesta, porém que no fundo sabia que não eram suas. Preferia ver seus amigos felizes com relação à história dele [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=olheemvolta.wordpress.com&blog=3315470&post=194&subd=olheemvolta&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Maurício queria perdoar, mas seus pensamentos na opinião de seus amigos o bloqueavam totalmente; tão forte o bloqueio era que ele nem mesmo cogitava perdoar. Chegava a transpor a opinião deles à sua. Uma transferência honesta, porém que no fundo sabia que não eram suas. Preferia ver seus amigos felizes com relação à história dele do que se sentir feliz pela primeira vez desde que o verbo perdoar surgiu na sua vida. O infinitivo era tão forte na sua cabeça que não conseguia pensar em perdoar seus próprios amigos e consciência. Viver o calor novamente seria bom? Viver as excitações debaixo da água das nuvens novamente? A lembrança do calor era tão intensa na vida dele que ele provavelmente achou que o desejo era tão latente que não podia ser ignorado novamente. A palavra ressonava na sua cabeça. O tornava doente mental e fisicamente. Precisava fazer o que a voz mandava ou então, no pior dos casos, morreria. Suas emoções estavam na pele, escorrendo pela sua testa e caindo junto às lágrimas, irritando seus olhos já vermelhos. Decidiu então. Pegou o primeiro ônibus para o calor e andou sob o inferno em forma de cidade. Nunca esteve tão quente, mas o frio o dominava. Jogou fora seus fones de ouvido e o baque pareceu um trovão. Uma cena de Hollywood. Olhou para o céu e viu o que parecia mesmo ser um filme: o céu que até então estava fervendo em sol foi coberto por uma camada grossa de um véu negro. O clima ideal para o perdão. Chegou em seu destino e bateu na porta. Esperou. Ouviu a música parar e os passos. A porta abriu e o Rei apareceu, seus olhos esbugalhados e sem discurso aparente. O Rei sem palavras. Maurício na porta, abriu a boca que parecia demorar alguns minutos para deslocar os lábios, que estavam há tempos pressionados com força. E nada mais. Segundos que pareceram eternidade. O Rei então fala. &#8220;Oi?&#8221; se ouve e &#8220;oi&#8221; se responde. Sem perdão. Maurício percebe que não havia o que perdoar. O Rei, apesar de não-inocente, não fez nada digno de perdão. Mas Maurício disse: &#8220;eu te perdôo.&#8221; O Rei apenas riu, mas de não saber o que fazer, provavelmente. Um abraço aconteceu e Maurício não entrou no castelo. O perdão veio, Maurício estava livre e o Rei, condenado. O perdão agora não era mais dele.</p>
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		<title>I. Cabular</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Oct 2009 22:20:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>yurib</dc:creator>
				<category><![CDATA[by myself]]></category>

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		<description><![CDATA[Roberto lia &#8220;A Náusea&#8221; enquanto tentava não pensar na sua própria. Fechou o livro rapidamente e pensou no quão desanimado para sua vida estava. Não via mais graça na vivência, no cheiro do café, da grama cortada, dos perfumes importados que lhe chamavam pela alma há alguns anos. Mas não agora, não mais. Sua alma, [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=olheemvolta.wordpress.com&blog=3315470&post=192&subd=olheemvolta&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Roberto lia &#8220;A Náusea&#8221; enquanto tentava não pensar na sua própria. Fechou o livro rapidamente e pensou no quão desanimado para sua vida estava. Não via mais graça na vivência, no cheiro do café, da grama cortada, dos perfumes importados que lhe chamavam pela alma há alguns anos. Mas não agora, não mais. Sua alma, ou qualquer que fosse o nome que recebia sua essência, pendia por um fio fraco e puído, devido aos anos de umidade, chuva, calor, vento e frio. Seu clima corpório também andava em tormentas, estas que eram puras, tão puras que até o pensamento delas já as desmanchava tornando-as não-tão-puras. Essas tempestades tropicais, esses clicones, furacões e redemoinhos feitos de pura apatia. Sua derrota era visível, em todo seu corpo e em toda sua fala, assim como seu toque e seus olhares; mas ele acreditava que podia enganar o que considerava amigos  e com isso vivia seu teatro de felicidade e conquistas. Consquistas que eram vindas, porém logo esquecidas. Ele almejava o que no subconsciente sabia que nunca conseguiria, mas quando milagres eram reais, logo ficava visivelmente feliz, mas loucura pensar que era genuíno: tratava de encontrar algo impossível novamente. Seu mundo de fantasias para se proteger da realidade. Olhou pra cima com o livro na mão e um corte de cena nos leva ao autor do texto sentado pensando na sua morte &#8211; alguns anos atrás, que trouxe ao autor seus pensamentos devido ao seu diário, encrustado de fungos e muitas palavras de tristeza. Ele queria ser livre, estava louco por isso; porém era silencioso. Todas suas necessidades eram abafadas por sua apatia. Fingia não precisar de nada, mas queria o mundo. Queria viajar, sem preocupações com a vida. mas não encontrava motivação nem mesmo nos cantos mais certos de encontrá-la. Mas nos enganamos todos ao pensar que estava bem. Seu enterro foi ordinário assim como sua vida. Seus amigos e família &#8211; sim, ele possuía &#8211; estavam lá. Seu rosto nunca demonstrou tanta infelicidade. Mas seu diário não fez jus à sua cara. Seu diário era a infelicidade em definição. Quando foi lido pela primeira vez, um ano e dois meses após sua morte, foi como se tivesse libertado sua alma. Deve ter sido finalmente feliz. Agora sou eu quem devo procurar a minha, porque parece que absorvi todos os sentimentos de meu amigo. Agora, não sei o que fazer. Estou a sós com meu destino. Só.</p>
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		<title>Eu vou me matar</title>
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		<pubDate>Sat, 19 Sep 2009 22:19:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>yurib</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desabafos não-compreensíveis]]></category>

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		<description><![CDATA[Não literalmente, mas sim, irei me matar. Esse meu eu dentro de mim, que fica mal por motivos desconhecidos, ou até conhecidos, mas que são súbita e propositalmente desconhecidos pelo meu subconsciente – ou até mesmo o consciente.
	Não quero fazer um texto bonitinho, não quero mostrar ao mundo que sei escrever – não, não é [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=olheemvolta.wordpress.com&blog=3315470&post=188&subd=olheemvolta&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Não literalmente, mas sim, irei me matar. Esse meu eu dentro de mim, que fica mal por motivos desconhecidos, ou até conhecidos, mas que são súbita e propositalmente desconhecidos pelo meu subconsciente – ou até mesmo o consciente.<br />
	Não quero fazer um texto bonitinho, não quero mostrar ao mundo que sei escrever – não, não é pretensão ou falta de modéstia, é só um “eu realmente gosto de escrever e ler o modo de como meus textos são escritos e minha obsessão por vírgulas” e mais um pouco de “i write well” que foi dito por uma das gêmeas evangélicas da minha turma do meu técnico de química. Assim, também não é preconceito, é só que não consigo ver uma pessoa que tem uma mochila com um desenho de uma menina escrito “i am a girl”, um chaveirinho de um backyardigan em biscuit e um dizer “louca por Jesus” escrito em cola colorida com glitter escrevendo textos que me agradariam a vista –. É só um modo de dizer que eu estou mal, não sei o motivo e que um dos meios que acho de ficar melhor, ou pelo menos me sentir um pouco mais leve. Mesmo que já tenha encontrado alguns meios de ficar melhor, não tão úteis ou promissores pro meu futuro. Ler um livro de expressões gays em 9 línguas diferentes – ne me déteste pas parce que je suis beau -, passar o menor tempo possível em casa, ou se não for possível, passar esse tempo em casa fazendo tudo pra não PARAR. Não posso parar pra pensar em mim senão acontece, por exemplo, isso. E esse “isso” foi com uma olhadela básica de nojo pro texto, dane-se. Vejo séries fúteis, outras não tão fúteis – mas essas me fazem chorar, aliás, chorei hoje até com So You Think You Can Dance. Mesmo sabendo que eu deveria estudar, ou parar de pensar nessas coisas, me dedicar a mim, não consigo. Não sou “bom” o suficiente pra mim. Não consigo me amar.<br />
	Eu vou me matar, eu vou matar esse eu que um, finge que estuda, dois, trabalha, e três, chora, nessa ordem geralmente. O passo está tomado, já pedi demissão, mesmo que aparentemente esse pedido tenha sido sumariamente ignorado pela minha coordenadora de monitoria e que eu esteja mais interessado no dinheiro do que no trabalho mesmo. E não consigo deixar de pensar no quão ruim esse texto está, mas penso: “Clarice Lispector.”. Fim.<br />
	Muitos pontos, muitas vírgulas, até parece minha vida.<br />
	Quero pontos de exclamação! Quero pontos de interrogação! Quero ênclises, quero hífens. Chega de pleonasmos e, pelo amor de deus que não existe, chega, CHEGA de hipérboles. Chega de erros de português, sejam eles grafia (dor), concordância (falta de sentido na cabeça) ou cacofonias (quando fico desgostoso).<br />
	Quero muitas letras i sendo faladas com o biquinho da letra u.<br />
	Quero muitas letras r sendo faladas como o carioca fala “porra”.<br />
	Quero muito AirFrance. Quero muito Lufthansa. Não quero mais cálculos, ligações e eletrodos, esses últimos podem ser enfiados no seu querido orifício anal, professor.<br />
	Eu vou me matar, eu vou me amar.<br />
	Muitos pontos, muitas vírgulas, até parece minha vida! Que não tem nada de errado, ninguém vê nada de errado, ninguém enxerga. “Se podes olhar, vê! Se podes ver, repara!”. Tenho dinheiro, tenho amigos, tenho futuro, tenho tudo que qualquer morador de rua falaria que quer, que sonha, que me roubaria por isso. Mas simplesmente não reparo, mas pelo menos consigo ver.<br />
	É isso aí, vou entrar pra uma academia, vou colocar lentes de contato – essas últimas, são uma metáfora. Rá! Como sou esperto, estou me matando de rir fazendo o link com o Saramago.<br />
	Sou uma Macabéa e um Gregor Samsa misturados, batidos com leite e álcool.<br />
	¡Arriba!</p>
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		<item>
		<title>Dependência</title>
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		<pubDate>Thu, 30 Jul 2009 16:55:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>yurib</dc:creator>
				<category><![CDATA[depressivos]]></category>

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		<description><![CDATA[Engraçado como apenas olhares numa festa conseguem fazer como eu me sinta escória. Incrível, na verdade. É nessas horas que se vê o quanto pseudoavançada é sua mente: acha-se que sua mentalidade é algo fora dos padrões, que o pensar é totalmente diferente da maioria das pessoas, que se não é maduro, é muito próximo [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=olheemvolta.wordpress.com&blog=3315470&post=183&subd=olheemvolta&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Engraçado como apenas olhares numa festa conseguem fazer como eu me sinta escória. Incrível, na verdade. É nessas horas que se vê o quanto pseudoavançada é sua mente: acha-se que sua mentalidade é algo fora dos padrões, que o pensar é totalmente diferente da maioria das pessoas, que se não é maduro, é muito próximo disso, e que escorrega por pequenos detalhes.<br />
Mas não dessa vez, dessa vez foi um tombo. Encontro comigo levantando agora, escrevendo. Mas não sei se vou conseguir ficar de pé tão rápido, e por um motivo tão banal!<br />
Autoestima que andava tão alta, hoje caminha em curtos passos. Quiçá para trás.<br />
Continuo achando incrível minha cabeça conseguir ser tão infantil em questões do coração. Do coração metafórico, é claro. Incrível.<br />
Foram apenas olhares &#8211; muito trocados. Um beijo &#8211; não meu. E os olhares &#8211; que não pararam. Continuaram por horas a fio. Hora de se tomar alguma atitude, criança. Atitude tomada. Falha crítica: Negação. Incoerência. Olhares. Olhares. Opa, olhares. Incoerência.<br />
Foi o suficiente. Me arrastou e não sei o motivo de estar no estado que eu estou aqui. Nem estou na minha casa para escrever isso com mais calma, muito menos sozinho.<br />
Não sei. Não sei o motivo de nada. Sou um ignorante nesses assuntos. Sinto inveja daqueles, que conseguem ter sorte no amor, azar no jogo. O jogo da vida.</p>
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		<item>
		<title>Achado</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Jun 2009 23:11:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>yurib</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Ela estava no alto do prédio, de pé na amurada de pedra que separava um mundo inteiro de tecnologias, pessoas, conexões mentais, interestaduais e mundiais, de outro mundo, inteiro, cheio de espíritos que na sua mente, seriam talvez melhor do que esse outro universo no qual ela estava presa, mal conseguindo manter-se de pé. Depressão [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=olheemvolta.wordpress.com&blog=3315470&post=180&subd=olheemvolta&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Ela estava no alto do prédio, de pé na amurada de pedra que separava um mundo inteiro de tecnologias, pessoas, conexões mentais, interestaduais e mundiais, de outro mundo, inteiro, cheio de espíritos que na sua mente, seriam talvez melhor do que esse outro universo no qual ela estava presa, mal conseguindo manter-se de pé. Depressão era de longe o que ela não sentia: era muito pior, aliás, não se deve usar nada certeiro sobre “ela”, então, corrigindo: devia ser muito pior. Ninguém, absolutamente ninguém sabia o que ela pensava, o que ela sentia, o que ela deixava de sentir. Ela apenas acreditava num futuro melhor, mas sem nenhum tipo de pensamento otimista quanto a isso, vivia no fundo do poço, mesmo que acreditando que um dia a luz lá de cima iria ser ocultada por alguém perguntando se estava tudo bem.<br />
Mas não deu tempo desse alguém aparecer, ela pulou. Aliás, diz-se que ela não pulou não, foi a primeira pessoa a voar: ficou livre. Livre de todas as mazelas de sua miserável – nunca ordinária – vida. O prédio tinha apenas um andar. Caiu na água gelada.<br />
Voltou pra casa e deitou na cama, tremendo. Pensou bastante na idiotice do que tinha acabado de fazer, pensar e almejar. Afinal, viver é um presente, e ela iria morrer um dia ou outro, inevitavelmente.<br />
Decidiu viver, enquanto tremia.<br />
Morreu de pneumonia no dia seguinte.</p>
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		<title>Anestesia</title>
		<link>http://olheemvolta.wordpress.com/2009/03/30/anestesia/</link>
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		<pubDate>Tue, 31 Mar 2009 00:37:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>yurib</dc:creator>
				<category><![CDATA[depressivos]]></category>

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		<description><![CDATA[Argh, to cansado já desse sentimento bate-volta que vive me acometendo. VAZIO.
De repente, sinto-me atingido por ele, e nada mais quero. Ou pelo contrário, tudo quero e nada posso.
Todos os defeitos que não possuo vêm a tona &#8211; detalhe para como eu me referi: eu poderia ter dito &#8220;todas as minhas qualidades somem&#8221;.
Impaciência, futilidade, desmotivação, [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=olheemvolta.wordpress.com&blog=3315470&post=177&subd=olheemvolta&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Argh, to cansado já desse sentimento bate-volta que vive me acometendo. VAZIO.<br />
De repente, sinto-me atingido por ele, e nada mais quero. Ou pelo contrário, tudo quero e nada posso.<br />
Todos os defeitos que não possuo vêm a tona &#8211; detalhe para como eu me referi: eu poderia ter dito &#8220;todas as minhas qualidades somem&#8221;.<br />
Impaciência, futilidade, desmotivação, ganância, inveja, tristeza, choro&#8230;<br />
Afasto-me de todos os meus amigos, a quem me dão suporte nesses momentos, me irrito facilmente com atitudes que julgo, agora, infantis mas que em momentos normais consideraria apenas brincadeiras inofensivas.<br />
Deixo de olhar para o que eu tenho, e começo a encarar o que eu NÃO tenho. Caramba, sou fútil mesmo. Quero tudo tudo tudo e mais, e quando eu consigo eu logo enjoo, largo, destruo ou desprezo. Não aguento mais!<br />
Essa minha apatia é passageira, todos sabem, mas às vezes simplesmente queria deixar de sentí-la, nunca mais! É um desejo que eu anseio por tudo que há na minha vida, e sei que nunca vou ter. Ou vou, que seja, mas não será num futuro muito próximo.<br />
Sabe o Toque de Midas? Então, o meu é a sua antítese: tudo que eu toco vira merda. Consigo destruir tudo que construí, tudo que os outros conseguiram construir, e não me sinto nada agradável com isso, aliás, quem se sentiria? Não consigo evitar, é mais forte do que eu nesses momentos desprovidos de graça.<br />
Chega uma hora que até um pelo flutuante de meu cão me irrita tanto, mas tanto que eu grito. Um erro de digitação, uma letra, me faz arrancar cabelos. Um minuto perdido de reflexão é pura perda de tempo. Queria dormir e nunca mais acordar, afinal, voltei a ter um sonho que eu tenho desde pequeno: morro, e como espírito visito todas as pessoas que eu amava, que eu considerava, e via como elas reagiam à minha morte &#8211; egocentrismo comanda aqui &#8211; e mesmo sem poder interferir em suas vidas, não sei o porquê de isso ser tão importante pra mim, o SER importante para alguém. Eu nem sei o motivo de escrever nesse blog, já que nenhum amigo vem pessoalmente e diz algo do tipo &#8220;poxa, li seu texto no seu blog e me identifiquei, pode ficar calmo, eu te ajudo com isso, é normal&#8230;&#8221; ou menos ainda como &#8220;eu li seu texto, legal&#8221;. Até dizem, sabe, mas eu queria algo mais substancial.<br />
Desmotivação de viver é o que manda na minha vida, acho que eu só vivo, ando, como e durmo hoje por alguns motivos e pessoas, que, até mesmo por pretensão sei que sentiriam minha falta &#8211; aí que vem aquele pensamento maldito &#8220;ou não&#8221;.<br />
Caramba, prometi que não iria mais chorar nesses textos depressivos, mas não dá sabe, eu to me sentindo tão mal, mas tão mal, que é capaz da minha mente bloquear tudo isso e quarta-feira, na psicóloga eu não conseguir dizer nada, apenas chorar e chorar e ela ficar preocupada, e pera aí: ela tem oito anos de profissão e tá preocupadíssima &#8211; nas suas próprias palavras &#8211; com minha depressão? Então deve ser algo mesmo sério, mas não demonstro! Nem mesmo a mim, quanto mais aos meus amigos.<br />
Mas só eu sei, ou uma parte minha sabe o quanto eu to mal, quebrado, vazio.<br />
Já dizia Brandon Flowers, &#8220;Time cure hearts&#8221;. Resta esperar. Esperar.. Esperar&#8230;</p>
<p>O que eu estou esperando? Ninguém pode me dizer, é segredo!</p>
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		<title>Maybe</title>
		<link>http://olheemvolta.wordpress.com/2009/03/26/maybe/</link>
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		<pubDate>Fri, 27 Mar 2009 02:16:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>yurib</dc:creator>
				<category><![CDATA[depressivos]]></category>

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		<description><![CDATA[Eu nunca estou satisfeito com nada.
Queria uma bola de cristal para ver se um dia isso acabará.
Será?
Queria sentir coisas como se nunca as senti na vida.
Queria ficar contente com o que eu tenho agora
Queria o não-querer das coisas.
Queria o não querer o ter.
Queria muitas coisas, mas nada como ser, talvez, eu.
Sei que sou inteligente, pelo [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=olheemvolta.wordpress.com&blog=3315470&post=174&subd=olheemvolta&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Eu nunca estou satisfeito com nada.<br />
Queria uma bola de cristal para ver se um dia isso acabará.<br />
Será?<br />
Queria sentir coisas como se nunca as senti na vida.<br />
Queria ficar contente com o que eu tenho agora<br />
Queria o não-querer das coisas.<br />
Queria o não querer o ter.<br />
Queria muitas coisas, mas nada como ser, talvez, eu.<br />
Sei que sou inteligente, pelo menos acima da média. Sei que tenho algo de beleza, pelo menos novamente, acima da média. Sei que tenho amigos maravilhosos, coisa que muita gente gostaria de ter. Mas será que minha vida tem que sempre ser comparada com a dos outros? Minha vida só existe se houver um referencial? Preciso me amar sem motivos, sem precisar mostrar isso para os outros. Os Outros&#8230;<br />
Estou evitando ir para cama, pois sei que vou cair em tentação e me partir em pedaços, devaneios, lágrimas e sono. Dormirei e acordarei como todos os outros dias, como se isso nunca tivesse acontecido. Fico apenas feliz de que este texto seja o registro de uma coisa que virou quase rotina, e que só escrevi pois um amigo próximo perguntou o motivo de eu ter me afastado do blog. Coisa que eu nem sei o motivo, sei lá.<br />
A tentação macia está chamando. Edredom, lençol, travesseiro e colchão. Pele lisa, escorregando. Sono, acordar. Soneca e banho.</p>
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		<title>De Repente</title>
		<link>http://olheemvolta.wordpress.com/2009/03/26/de-repente/</link>
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		<pubDate>Fri, 27 Mar 2009 02:00:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>yurib</dc:creator>
				<category><![CDATA[depressivos]]></category>

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		<description><![CDATA[Do nada, comecei a me sentir estranho. E estranho, e mais estranho. Comecei a viajar nos meus próprios pensamentos, devaneios e ilusões. Voltei a realidade logo, assim que pude, pois sei que não devo mais fazer isso: afinal, consegui quase tudo que queria, e tudo que eu agora tenho, que já quis e arduamente &#8211; [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=olheemvolta.wordpress.com&blog=3315470&post=169&subd=olheemvolta&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Do nada, comecei a me sentir estranho. E estranho, e mais estranho. Comecei a viajar nos meus próprios pensamentos, devaneios e ilusões. Voltei a realidade logo, assim que pude, pois sei que não devo mais fazer isso: afinal, consegui quase tudo que queria, e tudo que eu agora tenho, que já quis e arduamente &#8211; ou não &#8211; consegui, não dou o devido valor. Sou a futilidade em pessoa, sou a ambição definida. Sou a volubilidade materializada e concentrada. Quero. Não quero. Quero. Não quero tanto mais. Jogo fora. Salvo.</p>
<p>Me Salvem! Não! Quero eu mesmo me salvar, preciso apenas&#8230; de AJUDA! DE AUXÍLIO!</p>
<p>Dinheiro me satisfaz, mas logo que o tenho não sei o que fazer, gasto tudo e logo quero mais. Paro e penso: não é esse o propósito? Então por que sentir-se mal em gastá-lo? Talvez por que não é &#8220;seu&#8221; e você não tenha trabalhado arduamente para conseguí-lo?<br />
Resolvido: Trabalho. Canso-me exaustivamente com esse trabalho, mesmo que o mesmo não me exija muito por enquanto, mas é o preço que lhe valhe: apenas 200 reais. Será isso o suficiente para saciar-me de meus desejos? Não sei.</p>
<p>Tempo, o perdi bastante? Estou na flor da idade e sinto como se tivesse 50 anos de idade. Minha psicóloga disse que se ela fechasse os olhos ela pensaria que estava falando com uma pessoa idosa, que está desesperada pra viver enquanto pode. QUERO VIVER! Ao mesmo tempo em que não posso! EU QUERO! Mas não posso! OU POSSO, mas não quero ter que querer o poder? Pequenos devaneios como esse me fazem enlouquecer antes de dormir, no ônibus, em momentos que estou sozinho, e na terapia-espelho, os mesmos voltam com toda a força, como um soco para mim. Me acho feio, me acho bonito, volubilidade está solta, mas nunca é constante: não posso ser uma coisa que eu queria, que eu sou, tenho que ser uma coisa que é instável, inconstante e não é nem um pouco uniforme.</p>
<p>Se existisse um gráfico de fossas minhas, esse sim seria uma verdadeira montanha russa, com direito a loopings e parafusos. Até nisso eu tenho que ser diferente. Já não basta estar na cota: brasileiro, não-rico, fútil, digno de pena, gay, suburbano, o que mais? Por que é tão fácil listar defeitos e não qualidades? Não que ser gay seja um defeito, aliás, essa é uma das poucas coisas que gosto em mim.</p>
<p>Sinto inveja das pessoas contantes, desde os que têm o ego nas alturas, e acham tanto que são desejados, que se fazem ser. Até mesmo das que vivem integralmente em fossas, elas sabem quem são elas! E eu que não sei quem eu sou? O que eu sou? Eu sou? Eu?</p>
<p>Vou deletar esse texto um dia, ou não, ou sim, ou talvez&#8230;</p>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/olheemvolta.wordpress.com/169/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/olheemvolta.wordpress.com/169/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/olheemvolta.wordpress.com/169/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/olheemvolta.wordpress.com/169/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/olheemvolta.wordpress.com/169/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/olheemvolta.wordpress.com/169/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/olheemvolta.wordpress.com/169/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/olheemvolta.wordpress.com/169/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/olheemvolta.wordpress.com/169/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/olheemvolta.wordpress.com/169/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=olheemvolta.wordpress.com&blog=3315470&post=169&subd=olheemvolta&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Eu sou um filme.</title>
		<link>http://olheemvolta.wordpress.com/2009/02/18/eu-sou-um-filme/</link>
		<comments>http://olheemvolta.wordpress.com/2009/02/18/eu-sou-um-filme/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 18 Feb 2009 19:46:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>yurib</dc:creator>
				<category><![CDATA[by myself]]></category>

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		<description><![CDATA[Eu sou um filme, um filme fotográfico, que exposto à luz fica marcado e é impossível voltar ao estado inicial, apenas marcá-lo ainda mais a ponto de destruir o filme totalmente, ou tornar sua imagem &#8211; as marcas &#8211; irreconhecíveis. Que nele &#8211; em mim &#8211; podem ficar gravadas lindas imagens, retratando belíssimas paisagens ou [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=olheemvolta.wordpress.com&blog=3315470&post=165&subd=olheemvolta&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Eu sou um filme, um filme fotográfico, que exposto à luz fica marcado e é impossível voltar ao estado inicial, apenas marcá-lo ainda mais a ponto de destruir o filme totalmente, ou tornar sua imagem &#8211; as marcas &#8211; irreconhecíveis. Que nele &#8211; em mim &#8211; podem ficar gravadas lindas imagens, retratando belíssimas paisagens ou o comportamento humano, sorrisos à imagens de pobreza e destruição, o branco exposto muito tempo ou o negro por conta da tampa da máquina. Posso ficar marcado com o movimento rápido e desleixado, ilegivelmente ruim ou perfeito, passando apenas para a próxima fotografia e rezando para que a boa não se altere.</p>
<p>Eu sou um filme, um filme hollywoodiano, ganhador de 5 Oscars &#8211; com a letra érre dentro de um círculo ao lado &#8211; e que é polêmico, repercurtindo em todas as bocas por onde é malhado e chocando todos os olhos por onde é absorvido. E antes de que sequer tenha-se uma opnião, as bocas conversam com os ouvidos &#8211; ouvidos esses, que há tanto sofreram com a polêmica de sons e que junto de imagens desafiadoras vistas pelos olhos tinham informado ao cérebro de seu dono todos os dados necessários para uma opnião, ganham novas informações, informações estas que entram em conflito com todas as outras já informadas, e tudo acontece rapidamente sem que se dê conta: os novos dados ganham e a impressão crítica prevalece: sendo esta boa ou ruim.</p>
<p>Eu sou um filme, um filme bollywoodiano, uma cópia, um piratão. Não passo de uma filmagem de alguma história boba que só serve para preencher o vazio de algumas pessoas que não tem nada melhor para fazer do que ver um filme de baixa qualidade, que não vale nada e que você se pergunta &#8220;Por que será que perderam dinheiro e tempo fazendo esse lixo de filme?&#8221;.</p>
<p>Eu sou um filme indie, um filme que só passa nas madrugadas dos canais mais cults, aqueles que só os que usam allstars, camisetas listradas, cabelos repicados e com mechas descoloridas, tatuagens, óculos de aros grossos, lápis escuros nos olhos, donos de bocas de palavras difíceis, donos de línguas desenfreadas, donos de corpos que existem para serem olhados, donos de cérebros inegualáveis, assistem. Mas que na verdade, não passam do produto mais fútil da mídia, e eles sabem disso, e não ligam. Não ligam pois este é o único jeito no qual se sentem menos cópia, menos bollywood: um jeito de ser reconhecido.</p>
<p>Eu sou um filme batido, um filme que passa toda hora na Sessão da Tarde. Uma Lagoa Azul. Meu corpo e meus olhos doem, meus ouvidos não querem mais escutar mas eu sou clichê, eu continuo existindo e sendo observado por olhos cada vez mais críticos e que não me aceitam, ou me aceitam mas falam que não saio do normal e que continuo o mesmo, que esse filme repete, e repete, e repete, repete pete re tepete reperete repe te. E queima, o filme queimou.</p>
<p>Eu sou um filme. Pegue a pipoca e a Coca-Cola, o senso crítico e o senso comum, quiçá o senso de ridículo, pois você irá precisar deles. Saia da sala indignado xingando o diretor ou continue, durma. Levante e bata palma. Você decide, estou em cartaz. Estreando as múltiplas facetas de um ser humano que é a pessoa mais egocêntrica, e mesmo assim, mais crítica da opnião pública já existente.</p>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/olheemvolta.wordpress.com/165/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/olheemvolta.wordpress.com/165/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/olheemvolta.wordpress.com/165/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/olheemvolta.wordpress.com/165/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/olheemvolta.wordpress.com/165/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/olheemvolta.wordpress.com/165/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/olheemvolta.wordpress.com/165/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/olheemvolta.wordpress.com/165/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/olheemvolta.wordpress.com/165/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/olheemvolta.wordpress.com/165/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=olheemvolta.wordpress.com&blog=3315470&post=165&subd=olheemvolta&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Yuri</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>why does it always rain on me?</title>
		<link>http://olheemvolta.wordpress.com/2009/02/07/why-does-it-always-rain-on-me/</link>
		<comments>http://olheemvolta.wordpress.com/2009/02/07/why-does-it-always-rain-on-me/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 07 Feb 2009 19:54:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>yurib</dc:creator>
				<category><![CDATA[copiados]]></category>

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		<description><![CDATA[Se uma música conseguisse definir meu status atual em uma letra, esta seria a escolhida:
i can&#8217;t sleep tonight
everybody&#8217;s saying everything is alright
still i can&#8217;t close my eyes
i&#8217;m seeing a tunnel at the end of all these lights
sunny days
where have you gone?
i get the strangest feeling you belong
why does it always rain on me?
is it because [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=olheemvolta.wordpress.com&blog=3315470&post=164&subd=olheemvolta&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Se uma música conseguisse definir meu status atual em uma letra, esta seria a escolhida:</p>
<p><em>i can&#8217;t sleep tonight<br />
everybody&#8217;s saying everything is alright<br />
still i can&#8217;t close my eyes<br />
i&#8217;m seeing a tunnel at the end of all these lights</p>
<p>sunny days<br />
where have you gone?<br />
i get the strangest feeling you belong</p>
<p>why does it always rain on me?<br />
is it because i lied when i was seventeen?<br />
why does it always rain on me?<br />
even when the sun is shining<br />
i can&#8217;t avoid the lightning</p>
<p>i can&#8217;t stand myself<br />
i&#8217;m being held up by invisible men<br />
still life on a shelf when<br />
i got my mind on something else</p>
<p>sunny days<br />
oh&#8230; where have you gone?<br />
i get the strangest feeling you belong</p>
<p>why does it always rain on me?<br />
is it because i lied when i was seventeen?<br />
why does it always rain on me?<br />
even when the sun is shining<br />
i can&#8217;t avoid the lightning</p>
<p>oh&#8230; where did the blue sky go?<br />
why is it raining so?<br />
it&#8217;s so cold</p>
<p>i can&#8217;t sleep tonight<br />
everybody saying everything is alright<br />
still i can&#8217;t close my eyes<br />
i&#8217;m seeing a tunnel at the end of all these lights</p>
<p>sunny days<br />
oh where have you gone?<br />
i get the strangest feeling you belong</p>
<p>why does it always rain on me?<br />
is it because i lied when i was seventeen?<br />
why does it always rain on me?<br />
even when the sun is shining<br />
i can&#8217;t avoid the lightning</p>
<p>oh, where did the blue sky go?<br />
and why is it raining so?<br />
it&#8217;s so cold</p>
<p>why does it always rain on me?<br />
is it because i lied when i was seventeen?<br />
why does it always rain on me?<br />
even when the sun is shining<br />
i can&#8217;t avoid the lightning<br />
why does it always rain on me?<br />
why does it always rain on&#8230;</em></p>
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